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Mostrando postagens de Maio, 2013

Fatos que eu já não posso relevar.

O seu ponto de equilíbrio está desequilibrado
Olhando meu relógio o tempo já não existe, acabou
Os alicerces não são fortes o bastante
Não importa mais os motivos, está tudo vindo a baixo

Veio a baixo a paciência de esperar por melhorias
Veio a baixo a consciência de ser o chão que você pisa
Veio a baixo o medo de não ter forças para impedir a queda
Veio a baixo o desejo de juntar os seus pedaços

E chegou com o vento esses doces pensamentos
Já não me incomodo em explicar minhas razões
Está tudo consolidado, consumado, demolido
Bobagem acreditar que há o que salvar

Não há mais nada para ser concertado
Aprenderemos a conviver com isso assim, quebrado
Há muito mais sob esse céu do que as dores dos seus pés...


Carta finita para alguém infinito...

Tom!
Hoje eu me peguei lembrando da gente quando éramos crianças, fugindo pra brincar no parquinho, pulando a janela da sala escondido pra mexer com as massinhas, escalando as árvores mais altas. Lembrei-me de quando eu te acordava nos sábados, você com a maior cara de cansaço e de que queria dormir mais, sorria me convidando para o café e me fazendo sentir bem vinda. Você deixando seus afazeres pra mais tarde só pra ir me dar um abraço por que eu estava chorando (a primeira vez que você me viu chorar), me dando colo sempre que eu precisei, e puxões de orelha todas as vezes que eu mereci.
16 anos que você faz parte do meu “mundo”, 16 anos que você faz do meu mudo um lugar melhor, mais suportável, engraçado, amável e bunito(assim com u mesmo). Muito tempo dado que eu só tenho 21, é quase a minha vida toda. E eu nunca consegui falar de você. Você sempre me escreveu textos enormes falando de mim, da nossa amizade, textos que eu sempre respondia com frases pequenas porque eu não sabia co…